Contato para show: wanderwildner@outlook.com

Verbete obrigatório da enciclopédia virtual do rock desde que era cantor dos Replicantes nos anos 80, Wander Wildner estreiou sua carreira solo em 1996 com o célebre album Baladas Sangrentas produzido pelo lendário Tom Capone.

Roqueiro punk folk capaz de impressionar beberrões de uísque barato que batem o pé em bailões do interior do país ou adeptos de alt-rock que rebolam sua modernidade nas festinhas blasés das capitais, Wander lança agora um disco 100% de intérprete, com 10 canções compostas pelos amigos Gustavo Kaly, Cristiano Carlos, Cleverson Cassanelli e Giancarlo Morelli, produzido por ele juntamente com Thomas Dreher em Porto Alegre, entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018.

Wander Wildner é um sujeito apaixonado e visceral que vive em conflito e o que faz dele um artista pop é o dom de transformar os próprios conflitos em sons e versos diretos e pungentes. Ele faz música com muita facilidade e, sobretudo, com muito coração. É um sujeito irracional, e isso é um elogio, pois é irracional na hora de fazer arte. É do tipo que se expõe em tudo o que faz, que se define em cada verso. Ou, para facilitar ainda mais as coisas, em cada título. Pode-se dizer que ele é um garoto solitário, meio-hippie-meio-punk-meio-rajneesh, cuja vida oscila entre anjos & demônios, mas que ainda acredita em milagres. É do tipo que segue no ritmo da vida, e nada pode descrever com tanta exatidão este roqueiro que gosta de transformar os conflitos em canções simples, feito um legítimo punk.

Os shows de Wander são capazes de despertar os mais viscerais e simplórios dos sentimentos, aqueles que autorizam a sair escrevendo clichês, relembrar amores desfeitos ou as memórias da infância, sacar de um lencinho pra secar as lágrimas. E sentir-se bacana com isto tudo. Wander apresenta em seu show um repertório que reúne as novas canções e clássicos de sua carreira.

Ficha Técnica

Produzido por Wander Wildner e Thomas Dreher
Gravado, editado, mixado e masterizado por Thomas Dreher
Vozes, guitarras, violões, baixos, teclados, percussão e charango gravados por Wander Wildner
Bateria executada pelo pedal Trio Band Creator
Bateria na faixa 8 e pratos na faixa 10 tocados por Claudio Knorr, o Cavera
Instrumentos de sopro no disco e a orquestra na faixa 1 foram sampleados
Gravado no Estudio Dreher, Porto Alegre (19dez2017-08jan2018)
Foto-colagem da capa de Luca Toninelli


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